A pesquisa, liderada pelo Prof. Dr. Estevão Scudese — vinculado à UNIRIO e ex-aluno da Universidade Católica de Petrópolis — em colaboração com a Universidade Vanderbilt (EUA), mapeou em 3D, pela primeira vez em humanos, como as mitocôndrias (as “usinas de energia” do músculo) sofrem alterações estruturais com o envelhecimento. O trabalho revelou que a prática regular de exercícios físicos é capaz de reconstruir essa complexa rede mitocondrial, revertendo parte dos danos causados pelo passar dos anos.
Com milhares de artigos submetidos anualmente, menos de 1% das pesquisas publicadas na Aging Cell — que integra o renomado grupo editorial Cell e lança 12 edições por ano — recebem o privilégio de estampar a capa. O feito coloca a ciência nacional em evidência internacional, reforçando a relevância do estudo para a compreensão de como o exercício físico pode ser uma poderosa ferramenta contra o declínio muscular relacionado à idade.
“A conquista da capa não é apenas um reconhecimento à qualidade do trabalho, mas também à importância de incentivar hábitos que preservam a saúde e a funcionalidade muscular ao longo da vida”, destacou o professor Scudese.
O avanço abre caminho para novas estratégias no combate às perdas funcionais associadas ao envelhecimento e fortalece o papel da ciência brasileira no cenário global da pesquisa em longevidade.
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